A migração para nuvem é um processo cada vez mais comum e essencial para empresas que buscam otimizar suas operações, e usufruir de benefícios como a redução de custos e ainda aumentar a escalabilidade.
No entanto, para que isso seja possível, a transição para a nuvem deve ocorrer de forma bem sucedida. E, para isso, é fundamental que seja realizada com cautela, planejamento estratégico e, preferencialmente, com o auxílio de uma equipe especializada.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo onde mostramos a importância da migração, os riscos envolvidos e as melhores estratégias para garantir uma transição segura e eficiente. Então, se você deseja passar por essa mudança no seu negócio, leia este conteúdo até o final para não restar dúvidas.
Por que a migração para nuvem é importante?
Além de ajudar a empresa a acompanhar os avanços tecnológicos, a migração para nuvem ainda oferece diversos outros benefícios. Como, por exemplo, maior flexibilidade, escalabilidade e acesso a recursos de TI sob demanda, sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura física.
Os custos operacionais são significativamente reduzidos com o uso da nuvem, o desempenho de aplicações e dados é otimizado e a inovação ao proporcionar acesso a tecnologias avançadas como inteligência artificial e análise de dados é facilitada.
Outro ponto muito importante é o fato da migração para nuvem proporcionar continuidade dos negócios, oferecendo maior resiliência e recuperação de desastres.
Principais riscos da migração para nuvem
Mesmo que migrar para a nuvem seja muito benéfico para as empresas, se esse processo não for realizado com cautela e planejamento, pode oferecer diversos riscos. Como, por exemplo, perda de dados, interrupções de serviço e custos inesperados.
Abaixo listamos e explicamos melhor os principais erros que ocasionam riscos no momento da migração.
Não ter estratégia
Qualquer novo processo implementado em uma empresa deve ser muito bem pensado e planejado antes. E com a migração para a nuvem não poderia ser diferente. Muitas empresas cometem o erro de migrar sem contar com um plano.
Essa ação pode levar a custos elevados, prazos estendidos e complexidade desnecessária. O planejamento serve para evitar esses problemas e ajudar a entender quais cargas de trabalho são mais adequadas para a nuvem, definir as plataformas a serem usadas e decidir sobre o modelo de implantação dos aplicativos.
Não documentar o processo
É essencial contar com um documento bem detalhado sobre todas as etapas feitas durante o processo de migrar para a nuvem. Com essa documentação, fica muito mais fácil identificar problemas, realizar recuperações em caso de falhas e garantir a consistência das configurações.
O recomendado é que sejam documentadas todas as configurações, ajustes e soluções adotadas durante o processo de migração. O documento também serve para garantir a transparência da empresa.
Arquitetura complexa
Quando a infraestrutura de TI já existente na empresa é muito complexa, ela pode dificultar o processo de migração, aumentando o tempo necessário e impactando o desempenho devido à latência.
Sendo assim, é fundamental planejar cuidadosamente a arquitetura da nuvem para que seja compatível com a infraestrutura de TI existente. Com isso, espera-se minimizar inconsistências e problemas de interoperabilidade.
Custo da migração
Para não ter nenhuma surpresa desagradável, é recomendado utilizar ferramentas de planejamento para estimar todos os custos envolvidos e definir um orçamento realista, considerando tanto os custos de transição quanto os de execução na nuvem.
Segurança e proteção de dados
A segurança e a conformidade dos dados são preocupações críticas durante a migração para nuvem. Qualquer transferência de informações envolve riscos. Por isso, é crucial garantir a segurança dos dados e dos aplicativos durante todo o processo de migração.
Quando o processo não conta com sistemas de segurança robustos, a empresa pode colocar em risco seus dados e imagem, além dos dados pessoais de clientes e colaboradores.
O ideal é adotar práticas como criptografia, autenticação multifator e controle rigoroso de acessos.
Escolher o provedor errado
A escolha de um provedor de serviço de nuvem (CSP) que não esteja alinhado com as necessidades e casos de uso da organização pode impedir a obtenção do valor total da migração e causar problemas de desempenho.
É essencial realizar uma pesquisa minuciosa para garantir que o provedor escolhido atenda aos requisitos e possa suportar soluções.
Melhores estratégias de migração para nuvem
A migração para nuvem deve contar com planejamento, como já mencionado neste mesmo conteúdo. E, para ajudar no planejamento, existem algumas estratégias que podem ser aplicadas.
Essas estratégias são conhecidas como “os 7Rs”. E você pode entender mais sobre cada uma delas nos tópicos a seguir.
Rehosting
A re-hospedagem, ou ainda Lift and Shift como também é chamada, é uma estratégia que envolve a transferência de aplicações para a nuvem sem mudanças significativas.
Essa opção é recomendada para quem deseja uma migração rápida e com pouco esforço. No entanto, é preciso deixar claro que quem optar por essa estratégia pode não aproveitar todos os benefícios da nuvem.
Replatforming
A replataforma consiste em manter a estrutura principal das aplicações, mas realizar ajustes pontuais para otimizar o desempenho na nuvem.
Ótima para reduzir custos operacionais e melhorar a escalabilidade. É altamente recomendada para empresas que dependem de sistemas legados, visto que ela garante a compatibilidade sem precisar reconstruir a aplicação.
Repurchase
Na recompra acontece a substituição das aplicações tradicionais por versões SaaS Software as a Service). É uma ótima opção para empresas que buscam reduzir custos com licenciamento e suporte, visto que a necessidade de manutenção da infraestrutura é eliminada.
Refactoring
A refatoração permite o máximo aproveitamento da nuvem. No entanto, exige alto investimento e tempo de implementação. Isso porque, é necessário reescrever ou reestruturar todas as aplicações para torná-las nativas da nuvem.
Essa estratégia é recomendada para as organizações que buscam inovação e otimização total de desempenho.
Retire
Na estratégia conhecida como “aposentar”, antes de fazer a migração para nuvem, deve ser feita uma análise que avalie se todas as aplicações são mesmo necessárias. E assim, eliminar todas as que já se tornaram obsoletas.
Dessa forma, custos operacionais são reduzidos e a infraestrutura simplificada. No entanto, essa estratégia exige muita cautela para que não ocorra a descontinuação de serviços essenciais.
Retain
A estratégia de retenção refere-se a algumas situações em que é melhor deixar algumas aplicações no ambiente local. Isso pode acontecer devido a requisitos regulatórios, restrições técnicas ou baixa relação custo-benefício na migração.
Porém, quem optar por essa estratégia precisa entender que manter sistemas legados pode afetar a escalabilidade e aumentar a complexidade das operações.
Relocate
Na realocação, ambientes completos são movidos para a nuvem sem sofrer mudanças na arquitetura. Essa estratégia garante uma migração rápida e de forma que não impacte o funcionamento dos sistemas.
Contudo, a infraestrutura precisa ser ajustada posteriormente. Caso isso não ocorra, pode ser que a empresa não consiga os ganhos de eficiência esperados.
Conte com a Arkentec
A migração para nuvem é um projeto complexo que exige conhecimento técnico aprofundado e um planejamento meticuloso.
Contar com uma equipe especializada, como a Arkentec, é fundamental para garantir que todos os riscos sejam mitigados e que a transição ocorra de forma segura, eficiente e com o máximo aproveitamento dos benefícios da nuvem.
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