Conheça os sinais de malware e saiba se proteger

Vivemos em uma era digital em que a conectividade é crucial para a execução de diversas tarefas do nosso dia a dia. Por isso, saber proteger o ambiente cibernético é fundamental. Um dos riscos mais falados neste meio é o malware. 

Entender o que é essa ameaça, como ela funciona, se existem diversos tipos e conseguir identificar os sinais que os dispositivos infectados dão, é de extrema importância para poder agir rapidamente e restaurar a segurança digital.

Neste artigo explicamos mais sobre essa ameaça, mostramos formas de se proteger e muito mais. Então, continue com a leitura deste conteúdo até o final para não restar dúvidas e não dar brecha para pessoas má intencionadas! 

O que é malware?

É considerado malware, ou software malicioso como também é conhecido, qualquer programa, ferramenta ou software para computador e dispositivos móveis que foram projetados com o puro objetivo de prejudicar o sistema computacional de seus usuários.

São várias as ameaças cibernéticas encontradas em um malware, como por exemplo, adware, spyware, vírus, ransomware, entre outros. 

Existem diversos motivos que levam os criminosos cibernéticos a aplicarem esses tipos de golpes. Entre os mais comuns podemos citar o recebimento de altas quantias de dinheiro em troca de devolverem os dispositivos e redes aos cuidados da empresa.

Conseguir acesso não autorizado à informações sigilosas de uma organização, obter informações de login e números de cartão de crédito, entre outros. Também existem ameaças ainda maiores, que visam atingir agências governamentais, impedindo que estas funcionem corretamente.

Segundo o relatório Cyber Threat Report de 2025 todo ano, ao redor do mundo todo, ocorrem bilhões de ataques de malware. Nenhum sistema operacional está livre de ser vítima desse ataque, visto que os sistemas Windows, Mac, iOS e Android podem ser infectados.

Tipos de malware

Engana-se quem acha que malware só atinge desktop e notebooks. Esse ataque pode atingir dispositivos móveis, como os smartphones, Internet das Coisas (IoT), entre outros. Principalmente se os criminosos por trás desses ataques souberem que esses dispositivos estão conectados à redes corporativas.

Para os criminosos cibernéticos, tornou-se muito mais lucrativo mirar nas organizações do que em pessoas comuns. Para explorar as vulnerabilidades encontradas nas redes, existem diferentes tipos de malware. Confira!

Mais conhecidos

Começando com o tipo mais conhecido, o vírus. O vírus pode se espalhar rapidamente por todo o sistema do dispositivo que foi infectado. Também podem corromper arquivos, impedindo que os usuários utilizem seus dispositivos.

Normalmente, para que o vírus entre em ação, ele precisa ser executado pelo usuário. Para isso, ele se esconde em um arquivo executável.

Depois dos vírus, o tipo de malware mais conhecido é o worms. São parecidos com os vírus, no entanto, não precisa que um usuário o execute para que entre em ação. Ele também consegue se mover de uma rede para outra, infectando dispositivos conectados entre eles.

O Spyware não consegue causar danos aos dispositivos e aos arquivos do usuário. Contudo, ele acompanha absolutamente tudo que o usuário faz em seu dispositivo. E, dessa forma, consegue ter acesso a dados confidenciais, como senhas e logins, sem que o usuário perceba.

O Cavalo de Tróia também é um tipo de malware muito conhecido, sendo usado há muitos anos. E como o nome indica, ele funciona como o famoso cavalo de Tróia usado pelos gregos. Ou seja, parece ser um software comum e legítimo, mas por dentro esconde uma ameaça.

Sabe aquele monte de pop-ups e anúncios que aparecem na tela do computador, principalmente quando está acessando algum site? Eles podem ser indícios claros de que o dispositivo está infectado. 

Menos conhecidos

Imagina ter os mesmo privilégios que apenas o administrador do dispositivo teria? É isso que o malware conhecido como Rootkit faz. Ele fica oculto e possibilita que o criminoso tenha acesso privilegiado.

O Keyloggers grava todos os toques que o usuário faz no teclado, armazenando e enviando essa informação para o cibercriminoso. Dessa forma, ele consegue identificar senhas e logins.

O Scareware usa de engenharia social para colocar o usuário em uma situação de alerta e medo, fazendo-o acreditar que os dispositivo está vulnerável e pode estar com vírus. Assim, o usuário é persuadido a baixar um software que supostamente irá ajudá-lo a se proteger, mas na verdade ele é que irá infectar o dispositivo.

Sinais de malware

Existem alguns sinais que os dispositivos dão quando estão infectados por um malware. Ao notar algum dos pontos citados abaixo, o ideal é levar o dispositivo para alguma equipe especialista para que a remoção da ameaça seja feita de forma correta.

Confira os sinais:

  • Lentidão no dispositivo: o dispositivo demora para carregar ferramentas ou até mesmo páginas da Internet de uma hora para outra;
  • Trava: dispositivo travando ou bloqueando recursos durante o uso;
  • Pop-ups: como mencionado anteriormente, o adware é um malware e ele se manifesta através de pop-ups exagerados e insistentes;
  • Diminuição de espaço: o espaço do disco rígido sofre alteração de uma hora para outra, normalmente tendo uma diminuição repentina no espaço liberado;
  • Aumento de atividade: se o malware é capaz de acessar sozinho a internet, haverá um aumento nessa ação que não condiz com o comportamento do usuário;
  • Extensões e personalização: novas extensões, mudança na página inicial e até mesmo mudança nos mecanismos de busca padrão sem a autorização do usuário são sinais de malware;
  • Sistema sobrecarregado: ocorre pelo peso do malware utilizando recursos do dispositivo.

Como se proteger

Para se proteger do malware basta seguir algumas ações que apesar de parecerem simples, podem evitar grandes dores de cabeça e prejuízos.

Como, por exemplo, não clicar em nenhum pop-up duvidoso, não fazer o download de nenhum arquivo que você não tenha solicitado, não preencher sites com suas informações pessoais e de logins.

Em casos de empresa, é essencial educar todos os colaboradores sobre a importância da cautela ao usar o ambiente digital, assim como mostrar a importância da segurança cibernética. 

Invista na cibersegurança e faça monitoramentos constantes para identificar possíveis brechas que possam ser usadas por pessoas maliciosas para infectar a rede com malware. Tenha sistema de isolamento por sandboxing. Assim, a equipe de TI protege outros locais da rede enquanto consegue observar como o malware funciona.

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